Mas que mania que ela tinha... Aquele ar de pedra dura não lhe servia de nada. Todas aquelas paredes que ela ergueu para se abrigar dos invasores não lhe serviram de nada. Ela quebrava: e quebrava sempre um pouco mais quando os muros que a protegiam lhe caíam sobre os ombros. Muros fracos, paredes fracas, ombros fracos. Era isso que acontecia quando pensava que era feita de ferro: enferrujava quando menos esperava; enfraquecia quando menos queria. Até que ponto era imune ao veneno? Tentar ser pedra dura nunca lhe serviu de muito. Que mania que ela tinha em pensar que sabia tudo... ... quando afinal não sabia era nada!